Renato Janine Ribeiro é professor titular de ética e filosofia política na Universidade de São Paulo. Li um artigo dele na prova do concurso do Ministério Público e achei muito interessante, e por isso resolvi postar para vocês. Vale a pena conferir, parar, pensar e tirar suas conclusões.
A Verdade
O Brasil sempre lidou mal com sua história. Nossas rupturas não são para valer, mesmo quando deveriam ser. Mudamos tudo para manter tudo como estava, na célebre frase do romance de Lampedusa, "O Leopardo". Ou "façamos a revolução antes que o povo a faça", como disse o governador de Minas Gerais, Antonio Carlos, em 1930. Daí que nossas mudanças fiquem truncadas.
Vejamos os grandes acontecimentos de nossa história. A independência foi proclamada pelo príncipe herdeiro de Portugal, a conselho do pai ("Pedro, toma essa coroa antes que um aventureiro lance mão dela"). A abolição foi assinada pela princesa regente do Império. A República foi proclamada por Deodoro, que o imperador fizera marechal. A revolução de 1930 foi liderada por Getúlio Vargas, ex-ministro da Fazenda do presidente que ele depôs. A ditadura Vargas foi derrubada em 1945 por Gaspar Dutra, ex-ministro da Guerra do presidente que ele depôs. A segunda ditadura caiu em 1985, colocando na presidência José Sarney, que um ano antes chefiava o partido do regime.
Com tudo isso, como "passar o Brasil a limpo"? Cada coisa ruim de nossa história - a colônia, a escravidão, o despotismo, a fraude eleitoral da oligarquia, o golpe militar de 1964 - sai de cena derrotada, mas na hora de mudar não se vai adiante. Não se cobra, não se conserta, não se renova.
A Comissão de Verdade é a tentativa, simbólica e mais que simbólica, de ir além disso. O Brasil demorou a criar a sua. Vários países já o tinham feito. Finalmente o fizemos. Pela primeira vez em nossa história, tratamos o passado vergonhoso de maneira consequente. Se ele é infame, por que calá-lo? Se foi repudiado nas ruas, por que não apurar o que ele efetivamente foi? Vá lá uma anistia, mas anestesia e amnésia por quê?
O Supremo Tribunal decidiu não rever a anistia autoconcedida pelos mesmos que violaram leis humanas e acima do humano. Mas como perdoar, sem antes saber quem e o que está sendo perdoado? Na verdade, a lógica da Comissão é a mesma da lei do governo FHC, que manda indenizar as vítimas da ditadura. É também a lógica das ações afirmativas, que o Supremo recentemente validou por unanimidade.
Em todos esses casos se reconhece que quem mandava no Brasil agiu mal - fosse o regime militar, fosse a oligarquia escravagista. Essa ação má e injusta causou vítimas e danos. Ora, numa linha de ação consistente mas inédita em nosso país, desde a iniciativa citada do presidente Fernando Henrique o Estado brasileiro explicitamente condena a ação má desses grupos e, consequência lógica também nova entre nós, busca reverter os resultados igualmente maus que produziram. Essa a razão, por exemplo, de compensar os afrodescendentes para que seu terrível ônus histórico, que os situou nas camadas subalternas da sociedade, seja temporária e instrumentalmente convertido em bônus. Isso também exige trabalhar a memória. Mentiras e silêncios precisam ser substituídos pela verdade.
Uma tradição forte que nos vem da Grécia antiga celebra o bem, o belo e o verdadeiro. Essa trindade de valores deveria andar junta. A verdade sobre o passado exige expor o que nele representa o mal. Só assim produziremos algo do bem. Tratando-se de uma história construída a partir do poder, tem que ser revelado o mal exercido com e pela dominação. Quando passamos, gradualmente, à democracia, a contínua linha histórica baseada na exclusão e na opressão não deve subsistir. Mas não basta distribuir renda. É preciso abrir o pensamento, a compreensão do passado, a construção do futuro. Nada disso se fará com a mentira ou a ignorância.
Pessoalmente, não defendo a revisão da anistia. Mas isso porque a verdadeira discussão é sobre a memória. Notem que já esquecemos os presidentes da ditadura. O último governante que lembramos com admiração, antes dos recentes, foi Kubitschek, que a ditadura cassou; antes dele, Getúlio, cuja herança ela quis liquidar. Contra o mal na política, a verdade é o que há de mais precioso. Só precisa ter medo dela quem tem razões para temê-la. É bom separar o joio, raro, do trigo, abundante. Dezenas de milhares de oficiais das nossas Forças Armadas, que nada têm a ver com a tortura, só podem se sentir bem ao se demarcarem da minoria que, um dia, agiu contra a honra da farda.
O Brasil ganha, desenvolvendo um processo de mudança consistente, pelo qual não só reduz a pobreza medida em poder de compra mas também, e sobretudo, revisa a fundo os significados atribuídos pela sociedade ao que são liberdade e opressão, crescimento econômico e exploração do outro, florescimento da pessoa e sua escravização ou humilhação.
Isso não ocorre só no Brasil. Um século atrás, três por cento da população mundial, se tanto, tinham direitos humanos em ampla escala. Hoje, mesmo não sendo otimista, essa proporção terá passado a trinta, talvez quarenta por cento no mundo. Falta muito. Mas nunca tanta gente - incluindo mulheres, povos de cor, como os chamava Sukarno, minorias comportamentais, como homossexuais - desfrutou de direitos como esses.
Essa multiplicação por dez do porcentual de seres humanos respeitados, em cem anos, é um avanço que nunca antes ocorreu - e nunca mais ocorrerá, nessa dimensão. Se e quando todos os habitantes do mundo tiverem reconhecidos seus direitos humanos, o avanço a partir de hoje será uma multiplicação por dois ou três, não por dez, que foi o que conseguimos nas últimas gerações. Ora, para realizar este processo, é preciso acabar com a mentira. Saber o que foram (ou, infelizmente, ainda são) a tortura e a opressão extrema é uma condição para se construir um mundo melhor.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Uma holandesa mais que brasileira
Eu sempre ouço muitas reclamações acerca de nosso país. O Brasil não vai pra frente, o Brasil é um país corrupto, o Brasil isso, o Brasil aquilo... e eita Brasil!!! Hoje cedo li a respeito de algumas celebridades de outros países que falaram asneiras, que significa literalmente coisa de asno (sinceridade mode on), a respeito da minha pátria.
Taylor Lautner, anda dizendo que os brasileiros são extremamente agressivos... e ainda há quem dê a vida por esse lobinho,o que novamente é coisa de asno (estou atacada hoje). Robin Willians, a quem apreciava até então, nos acusa de ter enviado 50 strippers e meio quilo de pó para comprar a escolha de sediarmos as olímpiadas de 2016. Sylvester Stalone, que veio rodar Os Mercenários em 2009, disse: "Por que rodar no Brasil? Lá você pode atirar nas pessoas, explodir coisas e eles dizem 'obrigado e aqui está um macaco para você levar para casa’." Isso sem falar do Chael Sonnen, 50 Cent e Dj Whoo Kid.
Lamentável? Não, apenas aborrecedor. O que de fato me entristece, é o que os brasileiros falam a respeito do Brasil. Temos força, determinação, somos felizes, somos uma nação linda, mas nos falta tanto patriostismo... Agora sim, lamentável.
Há uns dias atrás, li o texto de uma escritora Holandesa que me impactou muito. O texto fala sobre as qualidades do Brasil. São dados da Antropol Consulting que valem muito a pena conferir:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
09. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
10. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Ela conclui o texto dizendo:
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas Agências de Publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
Ual!!! Difícil ver um brasileiro defender a nossa nação como essa holandesa o fez. Sem demagogia, eu tenho orgulho de dizer que sou brasileira. Eu amo minha nação, e oro por ela todos os dias. Foi aqui que Deus me plantou, e é aqui que eu desejo fazer a diferença. Eu anseio ser um agente de transformação da minha Pátria Amada Brasil.
Taylor Lautner, anda dizendo que os brasileiros são extremamente agressivos... e ainda há quem dê a vida por esse lobinho,
Lamentável? Não, apenas aborrecedor. O que de fato me entristece, é o que os brasileiros falam a respeito do Brasil. Temos força, determinação, somos felizes, somos uma nação linda, mas nos falta tanto patriostismo... Agora sim, lamentável.
Há uns dias atrás, li o texto de uma escritora Holandesa que me impactou muito. O texto fala sobre as qualidades do Brasil. São dados da Antropol Consulting que valem muito a pena conferir:
1. O Brasil é o país que tem tido maior sucesso no combate à AIDS e outras doenças sexualmente transmissíveis, e vem sendo exemplo mundial.
2. O Brasil é o único país do hemisfério sul que está participando do Projeto Genoma.
3. Numa pesquisa envolvendo 50 cidades de diversos países, a cidade do Rio de Janeiro foi considerada a mais solidária.
4. Nas eleições de 2000, o sistema do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) estava informatizado em todas as regiões do Brasil, com resultados em menos de 24 horas depois do início das apurações. O modelo chamou a atenção de uma das maiores potências mundiais: os Estados Unidos, onde a apuração dos votos teve que ser refeita várias vezes, atrasando o resultado e colocando em xeque a credibilidade do processo.
5. Mesmo sendo um país em desenvolvimento, os internautas brasileiros representam uma fatia de 40% do mercado na América Latina.
6. No Brasil, há 14 fábricas de veículos instaladas e outras 4 se instalando, enquanto alguns países vizinhos não possuem nenhuma.
7. Das crianças e adolescentes entre 7 a 14 anos, 97,3% estão estudando.
8. Telefonia fixa, o país ocupa a quinta posição em número de linhas instaladas.
09. Das empresas brasileiras, 6.890 possuem certificado de qualidade ISO-9000, maior número entre os países em desenvolvimento. No México, são apenas 300 empresas e 265 na Argentina.
10. O Brasil é o segundo maior mercado de jatos e helicópteros executivos.
Ela conclui o texto dizendo:
Por que vocês têm esse vício de só falar mal do Brasil?
1. Por que não se orgulham em dizer que o mercado editorial de livros é maior do que o da Itália, com mais de 50 mil títulos novos a cada ano?
2. Que têm o mais moderno sistema bancário do planeta?
3. Que suas Agências de Publicidade ganham os melhores e maiores prêmios mundiais?
4. Por que não falam que são o país mais empreendedor do mundo e que mais de 70% dos brasileiros, pobres e ricos, dedicam considerável parte de seu tempo em trabalhos voluntários?
5. Por que não dizem que são hoje a terceira maior democracia do mundo?
6. Que apesar de todas as mazelas, o Congresso está punindo seus próprios membros, o que raramente ocorre em outros países ditos civilizados?
7. Por que não se lembram que o povo brasileiro é um povo hospitaleiro, que se esforça para falar a língua dos turistas, gesticula e não mede esforços para atendê-los bem? Por que não se orgulham de ser um povo que faz piada da própria desgraça e que enfrenta os desgostos sambando.
Ual!!! Difícil ver um brasileiro defender a nossa nação como essa holandesa o fez. Sem demagogia, eu tenho orgulho de dizer que sou brasileira. Eu amo minha nação, e oro por ela todos os dias. Foi aqui que Deus me plantou, e é aqui que eu desejo fazer a diferença. Eu anseio ser um agente de transformação da minha Pátria Amada Brasil.
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Robin, O Legado.
Desde criança sou fã do Batman. Histórias em quadrinho, desenho animado, filmes. Esperei ansiosamente pelo lançamento do final da triologia de Christopher Nolan, perfeita diga-se de passagem, Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge. Depois de tentativas frustadas e uma brechinha na minha agenda de estudos, ontem fui finalmente assistir ao filme. Preciso falar que amei?! Sensacional. Se você ainda não viu o filme, por favor, não leia o restante desse post.
O Batman, como sempre, me surpreendeu com sua coragem, amor pela justiça e por sua cidade. O Alfred, sempre paizão, e o Gordon, um verdadeiro herói, fizeram a trama ser emocionante do inicio ao fim. Porém, quem mais se destacou foi o Robin.
Nas histórias em quadrinhos, tivemos vários Robins com estórias diferentes. Nos filmes antigos do Batman, o Robin aparecia como Dick Grayson, um jovem de famíla de acrobatas, cujos pais são assassinados. Trata-se de um Robin ferido, rebelde, que deu um bom trabalho para o Batman até entrar na linha.
Dessa vez, o Robin surge como um oficial de polícia. Um cara que sofreu com a morte de seus pais tanto quanto o outro, porém nem um pouco rebelde, e muito menos ferido. Um cara que decidiu, após a "morte" do Batman (Falei para você não ler) seguir seus passos, assumir o seu legado.
Hoje acordei com a seguinte pergunta em meu coração: Eu assumi o meu legado?
Jesus, ao morrer, me deixou um legado. Há uma missão que eu devo continuar. Vários homens e mulheres morreram, e ainda morrem, por esse legado. Muitos abrem mão de seus ideais para viver os ideais de Jesus.
Robin abriu mão de ser policial, algo que ele presava, para assumir o legado do Batman. Ele sabia que tinha uma missão, que algo ainda precisava ser feito, que as pessoas precisariam do Batman que, agora "morto", já não poderia alcançar mais Gotham.
Jesus usa os homens para alcançar as pessoas. A igreja é a voz, os pés, as mãos e o amor de Jesus no mundo. Esse legado é meu. É a minha missão. Ser Cristão, pequeno Cristo, pequeno Jesus... Ser ELE na terra, esse é meu legado. E o que eu tenho feito com isso?! E você?
Seja Jesus para as pessoas. Ame-as como Ele as amou. Abra mão de tudo, se preciso for. Só não abra mão, do seu legado.
O Batman, como sempre, me surpreendeu com sua coragem, amor pela justiça e por sua cidade. O Alfred, sempre paizão, e o Gordon, um verdadeiro herói, fizeram a trama ser emocionante do inicio ao fim. Porém, quem mais se destacou foi o Robin.
Nas histórias em quadrinhos, tivemos vários Robins com estórias diferentes. Nos filmes antigos do Batman, o Robin aparecia como Dick Grayson, um jovem de famíla de acrobatas, cujos pais são assassinados. Trata-se de um Robin ferido, rebelde, que deu um bom trabalho para o Batman até entrar na linha.
Dessa vez, o Robin surge como um oficial de polícia. Um cara que sofreu com a morte de seus pais tanto quanto o outro, porém nem um pouco rebelde, e muito menos ferido. Um cara que decidiu, após a "morte" do Batman (
Hoje acordei com a seguinte pergunta em meu coração: Eu assumi o meu legado?
Jesus, ao morrer, me deixou um legado. Há uma missão que eu devo continuar. Vários homens e mulheres morreram, e ainda morrem, por esse legado. Muitos abrem mão de seus ideais para viver os ideais de Jesus.
Robin abriu mão de ser policial, algo que ele presava, para assumir o legado do Batman. Ele sabia que tinha uma missão, que algo ainda precisava ser feito, que as pessoas precisariam do Batman que, agora "morto", já não poderia alcançar mais Gotham.
Jesus usa os homens para alcançar as pessoas. A igreja é a voz, os pés, as mãos e o amor de Jesus no mundo. Esse legado é meu. É a minha missão. Ser Cristão, pequeno Cristo, pequeno Jesus... Ser ELE na terra, esse é meu legado. E o que eu tenho feito com isso?! E você?
Seja Jesus para as pessoas. Ame-as como Ele as amou. Abra mão de tudo, se preciso for. Só não abra mão, do seu legado.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Amplo ou Profundo?
Nos últimos dias, tenho refletido bastante sobre o meu relacionamento com Deus. Aqueles que leêm o meus posts sabem que eu prezo muito por isso. Valorizo um relacionamento íntimo e sincero com Deus. Valorizo relação de paternidade, dependência e busca diária. Mas tenho percebido que apenas isso não é o suficiente. Será que meu relacionamento com Deus tem sido apenas amplo, mas não profundo como deveria? Essa pergunta me inquietou por muitos dias.
Amplo é um relacionamento que é extenso, vasto, de longa data. Para que você me entenda melhor, pense em uma pessoa que conhece e convive há muitos anos, mas cujo relacionamento é superficial. Profundo é um relacionamento que é distante da superfície, que busca penetrar cada vez mais adentro de quem a pessoa com quem se relaciona é. Um relacionamento amplo pode ser unilateral, ou seja, você corre o risco de considerar muito alguém que não te dê tanta importância, ou conhecer muito sobre uma pessoa que não te conheça. Já o relacionamento profundo é totalmente bilateral, pois ambos se conhecem bem e há mútua importância.
A profundidade em seu relacionamento com Deus virá quando o foco já não for mais você, mas sim Deus. Até então, minha preocupação sempre era eu ser sincera, eu buscar intimidade, eu depender... sempre eu. Tenho visto que o importante de fato é Deus. Conhecê-Lo da forma que Ele deseja se mostrar a mim. Era isso que estava faltando.
Não anulo nenhum dos outros posts que escrevi, e continuo vivendo tudo aquilo, mas estou mudando alguns comportamentos em meu relacionamento com Deus. Desejo sair do nível do amplo e entrar no profundo. Não que o amplo não seja importante. Apenas quero mais da essência.
Amplo é um relacionamento que é extenso, vasto, de longa data. Para que você me entenda melhor, pense em uma pessoa que conhece e convive há muitos anos, mas cujo relacionamento é superficial. Profundo é um relacionamento que é distante da superfície, que busca penetrar cada vez mais adentro de quem a pessoa com quem se relaciona é. Um relacionamento amplo pode ser unilateral, ou seja, você corre o risco de considerar muito alguém que não te dê tanta importância, ou conhecer muito sobre uma pessoa que não te conheça. Já o relacionamento profundo é totalmente bilateral, pois ambos se conhecem bem e há mútua importância.
A profundidade em seu relacionamento com Deus virá quando o foco já não for mais você, mas sim Deus. Até então, minha preocupação sempre era eu ser sincera, eu buscar intimidade, eu depender... sempre eu. Tenho visto que o importante de fato é Deus. Conhecê-Lo da forma que Ele deseja se mostrar a mim. Era isso que estava faltando.
Não anulo nenhum dos outros posts que escrevi, e continuo vivendo tudo aquilo, mas estou mudando alguns comportamentos em meu relacionamento com Deus. Desejo sair do nível do amplo e entrar no profundo. Não que o amplo não seja importante. Apenas quero mais da essência.
Assinar:
Comentários (Atom)


